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Ministério da Agricultura proíbe venda de seis marcas de azeite de oliva; saiba quais são

Foram encontrados produtos fraudados e impróprios para o consumo humano em oito estados brasileiros

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) proibiu na sexta-feira (5) a venda de seis marcas de azeites de oliva.

A proibição ocorreu após a fiscalização do Mapa encontrar produtos fraudados e impróprios para o consumo.

Até a segunda-feira (8), deve ser recolhido dos supermercados e atacados do Brasil todo azeites das marcas ‘Oliveira do Conde’, ‘Quinta Lusitana’, ‘Quinta D’Oro’, ‘Évora’, ‘Costanera’ e ‘Olivais do Porto’.

Os responsáveis pelas marcas são Rhaiza do Brasil Ltda, Mundial Distribuidora e Comercial Quinta da Serra Ltda.

O Mapa determinou que as redes de supermercados e atacados onde foram encontrados os produtos dessas marcas informem os estoques existentes, sob pena de autuação caso alguma informação não seja repassada.


Já os comerciantes que continuarem vendendo os produtos após a segunda-feira serão advertidos. Se persistirem, serão denunciados ao Ministério Público Federal, através da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão. Serão, ainda, encaminhados à Polícia Judiciária para eventual responsabilização criminal e multados em R$ 5 mil por ocorrência com acréscimo de 400% sobre o valor comercial dos azeites.

ATUAÇÃO DO MAPA

A fiscalização do Ministério encontrou os azeites fraudados em oito estados, entre eles Alagoas e Santa Catarina, em redes de atacado, ‘atacarejos’ e pequenos mercados.

Foram analisadas 19 amostras do Oliveiras do Conde; oito do Quinta Lusitana e duas da marca Évora.

Da Costanera e Olivais do Porto, foram encontrados rótulos em uma fábrica clandestina, em Guarulhos, São Paulo.

ALERTAS

O Mapa orienta aos consumidores que desconfiem do preço de alguns azeites, em especial se estiverem ‘muito baratos, pois, em geral, são fraudados’.

OPERAÇÃO ISIS

Em 2017, o Ministério deflagrou a Operação Isis, que constatou fraudes na mistura de óleo de soja com óleo de oliva lampante importado. O lampante é, conforme argumenta o Mapa, ‘de péssim

a qualidade, impróprio para o consumo e usado em lamparinas’.

Desde então, o Ministério conseguiu coibir a importação do lampante.

Por-Ana Cláudia Capellari/Diáriodamanha.com

Matéria publicacada em 07/07/2019
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