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Serviço Social do HCI qualifica trabalho com pacientes da hemodiálise

O Serviço Social do Hospital de Caridade de Ijuí(HCI) tem papel importante no atendimento aos pacientes em hemodiálise da instituição. Os profissionais da área fazem a interlocução entre a instituição, paciente e familiar. “ Na verdade, proporcionamos um tratamento humanizado, na acolhida, no diálogo e no enfrentamento da doença”, avalia a coordenadora do serviço social do hospital Maria do Carmo Schumann.

O trabalho com pacientes renais crônicos terminais incide em lidar com a dor, sofrimento e perdas constantes, portanto é pensado a prática social de forma interdisciplinar que se apresenta como uma possibilidade de garantir uma qualidade de vida para essas pessoas. A família necessita se reorganizar e também se adaptar, pois o paciente necessita de cuidados. Os papéis e funções devem ser repensados e distribuídos de forma que auxilie o paciente na elaboração de sentimentos confusos e dolorosos pelo processo do adoecer.

Na maioria das vezes, a rotina do paciente se restringe a consultas médicas, sessões de hemodiálise três vezes por semana por um período de 4 horas a sessão estando restritos a uma dieta e principalmente limitados a execução de tarefas que requeiram esforços físicos, pois sentem-se muito fracos e cansados. Atualmente, o serviço de Hemodiálise do HCI atende aproximadamente 120 pacientes com Insuficiência Renal Crônica de toda a região. Pacientes estes geralmente são acompanhados por familiares, que ficam por longas horas aguardando o término das sessões de hemodiálise para retornar as suas respectivas cidades.

Diante desta realidade, o Serviço Social da Hemodiálise, desenvolve um projeto que visa qualificar o relacionamento dos pacientes, familiares com o serviço de hemodiálise. “ Nos reunimos na sala de espera com acompanhantes dos pacientes, com o objetivo de debater a questão do que é ser acompanhante, esclarecendo seus direitos e deveres, possibilitando discussões trazidas pelo grupo, como também o fortalecimento ao tratamento, estimulando a participação ativa da família”, explica o assistente social Alessandro Borré.

As dinâmicas desenvolvidas, são baseadas em sugestões da equipe e dos próprios acompanhantes sempre enfatizando questões relacionadas a educação em saúde, como também atividades relaxantes para amenizar as dificuldades e sofrimento causadas pela doença. “ Acreditamos que quem cuida também precisa de cuidados e atenção e para isso o Serviço Social norteia-se nas premissas da humanização e os relatos nos fortalecem nesse caminho”, finaliza a coordenadora do Serviço Social Maria do Carmo Schumann. NoroesteOnline.com

Matéria publicacada em 13/02/2020
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