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Usuário da RS 135 encontra onça morta na pista

Uma Onça-Parda foi encontrada morta na manhã desta quarta-feira (16), na ERS 135, próximo a Getúlio Vargas. Segundo a rádio Sideral, o animal silvestre raro teria sido atropelado nas proximidades da comunidade de Santa Lúcia.

O usuário da rodovia que encontrou a onça morta por volta de 3h30, parou e retirou da pista para evitar que fosse esmagada por veículos grandes. O corpo do animal foi encaminhado ao Hospital Veterinário São Francisco de Assis, em Getúlio Vargas.

Na última segunda-feira, funcionários de uma empresa foram surpreendidos pela presença de uma onça-parda dentro de seu escritório em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. Segundo o Corpo de Bombeiros, o animal estava na recepção de uma fábrica.Rádio Sideral


LEIA TAMBÉM MATÉRIA DO DIA 22/05/2015

Leão-baio estava as margens da ERS-342 km-149 proximidades da CCGL estrada que liga Cruz Alta/Ijui

Um leão-baio, animal silvestre em extinção, Ele foi encontrado atropelado na rodovia Cruz Alta-Ijuí,(ERS 342),a 5km da CCGL.

Descarta-se a hipótese de crime ambiental, já que não há marcas de tiros ou outro tipo de agressão humana ao animal, exceto a batida com o veículo que o atropelou. Caso houvesse um crime ambiental, o responsável responderia a processo criminal e seria multado em, no mínimo, R$ 500.

O leão-baio é o segundo maior carnívoro das Américas, menor apenas que a onça-pintada. Vive entre o Sul do Chile e o Norte do Canadá e se adapta facilmente.

No Brasil, é conhecido também por puma, onça-parda e suçuarana.

Muito semelhante ao leopardo, o leão-baio pesa geralmente entre 30 e 60 quilos, tem 1,1 metro de comprimento corporal e 60 centímetros de cauda. Um único felino corre um raio de até 40 mil hectares — 400 milhões de metros quadrados —, e chega a comer mais de uma tonelada de carne por ano. Suas presas são animais silvestres, e os ataques a humanos são raros.

Populações de leão-baio têm se estabilizado ou crescido em algumas regiões da América do Norte, mas podem estar em queda em áreas da América Latina devido à crescente ocupação e aos desmatamentos desenfreados.

A necessidade de preservar o leão-baio se dá por vários motivos. A extinção provocaria o aumento de pragas e roedores e desvalorizaria ainda mais o produto pecuário, causando efeitos negativos no tradicionalismo da região e, consequentemente, no turismo rural.

Várias pessoas fizeram registros fotográficos e chamou a atenção na manhã desta sexta 22/05/2015.

Matéria publicacada em 16/08/2017
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