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IFFar – Campus Panambi conduz projeto de monitoramento da Febre Amarela

Com o objetivo de monitorar e estudar aspectos ecológicos dos mosquitos Haemagogus, vetores de febre amarela, em fragmentos florestais da região de Panambi e região, desde novembro de 2017 está sendo conduzido um projeto de pesquisa no IFFar – Campus Panambi. Para realizar o monitoramento na região foram instaladas armadilhas (ovitrampas) em matas de Panambi e Pejuçara, as quais serão revisadas em fevereiro.

A febre amarela na sua forma silvestre é transmitida pelos mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes primariamente para macacos que habitam em áreas de mata. No entanto, humanos que moram perto dessas áreas ou que adentram nelas, podem ser infectados. Essa é uma doença grave e o monitoramento da presença dos vetores (mosquitos) e da ocorrência de morte de macacos são as principais maneiras de se estabelecer uma vigilância epidemiológica.

A prevenção à doença deve ser realizada impedindo a disseminação do mosquito, que se reproduz em ambientes de água parada em recipientes destampados. Além disso, devem ser tomadas medidas de proteção individual, como a vacinação contra a febre amarela, especialmente para aqueles que moram ou vão viajar para áreas com indícios da doença. Uma vez realizada a vacina, a pessoa fica imune. Outras medidas preventivas são o uso de repelente de insetos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo.

O projeto está registrado com o título “Ecologia de Haemagogus (Diptera: Culicidae) em fragmentos florestais da região noroeste do Rio Grande do Sul, Brasil” e é coordenado pelo professor Gerson Azulim Müller, com apoio da bolsista de Iniciação Científica, Brenda Dessbesell, aluna do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. 

 

 

Matéria publicacada em 24/01/2018
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