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Em Panambi uma pessoa foi detida na operação integrada de combate a exploração sexual infanto-juvenil

Em Panambi a operação aconteceu na região norte da cidade, a meia quadra de uma escola estadual, com a presença de duas equipes de policiais civis e do IGP. Os trabalhos foram encerrados por volta das 12h30min.

DP Panambi participou da Operação Luz na Infância II, realizada na data de hoje em todo o território nacional, visando o combate aos crimes de pedofilia. Foi cumprido um mandado de busca e apreensão na cidade. Na residência do suspeito, peritos do IGP encontraram material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes. O dono do material com iniciais R.W de 33 anos, foi preso em flagrante delito pela prática do crime previsto no artigo 241-B do Estatuto da Criança e Adolescente.

A Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Sul através dos Departamentos Estadual da Criança e do Adolescente e de Investigações Criminais, em parceria com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), deflagrou no início da manhã desta quinta-feira (17), uma ação integrada denominada Operação Luz na Infância 2, com o objetivo de apurar crimes de exploração sexual contra crianças. Foram cumpridos 43 mandados de busca e apreensão em 23 cidades do RS. Aproximadamente 200 policiais civis participaram da operação.

Além de vinte e uma pessoas presas, também foi identificada uma criança na posse de material com conteúdo de exploração sexual infanto-juvenil. Foram oito prisões em Porto Alegre, (2)duas em Santa Maria, (2)duas em Cachoeirinha e (2)duas em Novo Hamburgo, além de prisões efetuadas também em Alvorada, Pelotas, (1)Panambi, Taquara, Canoas, Sapucaia, São Leopoldo e Viamão. Foram apreendidos diversos computadores, notebooks, HDs externos, pendrives e outros dispositivos de armazenamento que continham material referente a crimes de abuso e exploração sexual infanto-juvenil, além de armas, munições e quantidade de drogas.

Os alvos da Operação Luz na Infância 2 foram identificados através de um levantamento de informações pela Senasp e a Embaixada dos Estados Unidos da América no Brasil. Com base em informações e evidências coletadas em ambientes virtuais, a Polícia Civil, através da Delegacia para a Criança e Adolescente Vítima (DPCAV/Deca) instaurou inquéritos policiais e representou pelas buscas e apreensões junto ao Poder Judiciário, visando apreender computadores e dispositivos informáticos, que poderiam armazenar conteúdos de pedofilia, e a partir da constatação do crime, indiciar e prender os criminosos.

As investigações realizadas pela Operação Luz na Infância 2 vinham sendo feitas há seis meses e são resultados do aprimoramento do trabalho de inteligência de segurança pública e atuação em modelo de força tarefa, que reúnem em um mesmo ambiente de trabalho policiais com expertise e capacitação na repressão aos crimes virtuais e de pedofilia, um cenário ideal para coletar e preservar evidências criminosas, garantindo, como consequência, a identificação e posterior condenação dos criminosos pela Justiça.

O Presidente do CONCPC (Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil), Delegado Emerson Wendt, destaca que essa é a maior "operação de investigação de pedofilia e combate aos crimes contra dignidade sexual de crianças e adolescentes no Brasil, especialmente porque usa a tecnologia e integração de informações".

A pedofilia é classificada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma doença de transtorno da preferência sexual. Pedófilos normalmente são pessoas adultas que tem preferência sexual por crianças pré-púberes ou no início da puberdade. O complexo ambiente da internet e a ausência de fronteiras no mundo virtual são elementos que propiciam terreno fértil à atuação desses criminosos.

A operação foi intitulada Luz na Infância por serem bárbaros e nefastos os crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes. “Luz na Infância significa propiciar às crianças e adolescentes vítimas de abuso e violência sexual, o resgate da dignidade, bem como, tirar esses criminosos da escuridão, para que sejam julgados à luz da Justiça”, disse a Diretora do Deca, delegada Adriana Regina da Costa. informações da Polícia civil

Matéria publicacada em 17/05/2018
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