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DTG Poncho Verde no Palco de Santa Cruz

Para o trabalho coreográfico do Departamento Tradicionalista Gaúcho Poncho Verde, optou-se por uma homenagem a um dos instrumentos mais típicos e tradicionais gaúcho, o Pandeiro. Sendo ele um instrumento leve e pequeno é, também por esse motivo, um dos mais utilizado nas rodas de cantorias, além de ter uma mistura de graves e agudos, graças a sua pele de couro e seu corpo de madeira que serve para esticar e de caixa de ressonância. Além disso, estridentes platinelas duplas de metal são estrategicamente encaixadas no corpo do instrumento para dar o som estridente de pratos que se batem. Também é o único instrumento de percussão aceito pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho como tradicional na execução das danças tradicionais gaúchas e, ao lado da gaita e violão, responsável por animar bailes no Rio Grande do Sul a fora.

Entrada: Nessa coreografia os movimentos são mais tradicionais de grupos de danças gaúchas, ainda que haja uma certa liberdade corporal e inspirações em vários estilos de danças fazendo com que as movimentações sejam borradas mas não perdendo a essência Sulrio-grandense. Como elementos de cena os dançarinos trarão em suas mãos pandeiros, um para cada integrante, e ao fundo do salão um grande pandeiro de madeira fica no chão servindo de palco para subir e dançar e também como um grande instrumento de percussão.

Retirada: Neste trabalho coreográfico o grupo continua exaltando o instrumento e traz o baile gaúcho, que era animado por gaita, violão e pandeiro. Os movimentos são vai voltados para o par, peão e prenda também sapateiam e sarandeiam, respectivamente, de forma mais tradicional, além de eventualmente enlaçar e dançar passos de vaneira coreográfica. Desta vez o único acessório é o pandeiro, que volta para as mãos dos dançarinos.

Para o trabalho coreográfico do Departamento Tradicionalista Gaúcho Poncho Verde, optou-se por uma homenagem a um dos instrumentos mais típicos e tradicionais gaúcho, o Pandeiro. Sendo ele um instrumento leve e pequeno é, também por esse motivo, um dos mais utilizado nas rodas de cantorias, além de ter uma mistura de graves e agudos, graças a sua pele de couro e seu corpo de madeira que serve para esticar e de caixa de ressonância. Além disso, estridentes platinelas duplas de metal são estrategicamente encaixadas no corpo do instrumento para dar o som estridente de pratos que se batem. Também é o único instrumento de percussão aceito pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho como tradicional na execução das danças tradicionais gaúchas e, ao lado da gaita e violão, responsável por animar bailes no Rio Grande do Sul a fora.

Entrada: Nessa coreografia os movimentos são mais tradicionais de grupos de danças gaúchas, ainda que haja uma certa liberdade corporal e inspirações em vários estilos de danças fazendo com que as movimentações sejam borradas mas não perdendo a essência Sulrio-grandense. Como elementos de cena os dançarinos trarão em suas mãos pandeiros, um para cada integrante, e ao fundo do salão um grande pandeiro de madeira fica no chão servindo de palco para subir e dançar e também como um grande instrumento de percussão.

Retirada: Neste trabalho coreográfico o grupo continua exaltando o instrumento e traz o baile gaúcho, que era animado por gaita, violão e pandeiro. Os movimentos são vai voltados para o par, peão e prenda também sapateiam e sarandeiam, respectivamente, de forma mais tradicional, além de eventualmente enlaçar e dançar passos de vaneira coreográfica. Desta vez o único acessório é o pandeiro, que volta para as mãos dos dançarinos.

Matéria publicacada em 09/11/2018
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